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Descrição

GHK-Cu (Glycyl-L-Histidyl-L-Lysine Cobre) é um peptídeo natural encontrado originalmente no plasma sanguíneo humano, também presente na saliva e na urina. Trata-se de um tripeptídeo quelado ao cobre, conhecido por seu papel fundamental nos processos de regeneração tecidual, cicatrização, modulação imunológica e saúde da pele. Com o avanço da idade, os níveis endógenos de GHK-Cu diminuem, o que está associado ao envelhecimento cutâneo e à redução da capacidade regenerativa dos tecidos.


Mecanismo de ação

O GHK-Cu atua como um potente modulador biológico em múltiplas vias celulares:

  • Estimula a síntese e remodelação da matriz extracelular, aumentando colágeno, elastina, glicosaminoglicanos, proteoglicanos e sulfato de condroitina

  • Recruta e ativa fibroblastos, células endoteliais e células do sistema imunológico para áreas lesionadas

  • Modula a expressão gênica relacionada à regeneração e reparo tecidual

  • Aumenta os níveis de TGF-β (fator de crescimento transformador beta), essencial para cicatrização adequada

  • Promove angiogênese, favorecendo a formação de novos vasos sanguíneos

  • Apresenta ação antioxidante, reduzindo danos causados por radicais livres

  • Possui efeito antimicrobiano, especialmente quando combinado com certos ácidos graxos

Esses mecanismos explicam sua ampla aplicação em cicatrização, estética, dermatologia e pesquisas neurológicas.


GHK-Cu e cicatrização da pele

GHK-Cu desempenha um papel central nos processos naturais de regeneração cutânea. Estudos em culturas de pele e modelos animais demonstram que o peptídeo:

  • Acelera a cicatrização de feridas, queimaduras e lesões crônicas

  • Melhora a elasticidade, firmeza e textura da pele

  • Reduz hiperpigmentação, linhas finas e rugas

  • Diminui a formação de cicatrizes hipertróficas

  • Repara danos induzidos pela radiação solar

Em modelos experimentais com camundongos, o uso de GHK-Cu aumentou a taxa de cicatrização de queimaduras em até 33%, além de estimular a vascularização em tecidos danificados.


GHK-Cu e ação antimicrobiana

Infecções bacterianas e fúngicas são fatores críticos que dificultam a cicatrização de feridas. O GHK-Cu, quando associado a determinados ácidos graxos, forma compostos com potente ação antimicrobiana contra diversos patógenos.

Estudos clínicos em pacientes diabéticos com úlceras crônicas demonstraram que o uso combinado de GHK-Cu com cuidados padrão resultou em:

  • Aproximadamente 40% de melhora no fechamento das feridas

  • Redução de cerca de 27% nas taxas de infecção, quando comparado ao tratamento convencional isolado

Resultados semelhantes foram observados em feridas isquêmicas abertas.


GHK-Cu, cognição e sistema nervoso

Pesquisas recentes sugerem que o GHK-Cu pode exercer efeitos neuroprotetores relevantes. O peptídeo está presente em altas concentrações no cérebro, embora seus níveis diminuam com a idade. Evidências indicam que o GHK-Cu:

  • Estimula angiogênese no sistema nervoso

  • Favorece o crescimento e regeneração neuronal

  • Reduz inflamação no sistema nervoso central

  • Pode modular e “resetar” padrões patológicos de expressão gênica

 

Esses efeitos sugerem um potencial papel na proteção contra o declínio cognitivo associado ao envelhecimento e em pesquisas relacionadas a doenças neurodegenerativas.